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Correndo contra o tempo: a evolução da tecnologia mobile em cascata

Escrito por Forbiddeen

Foto: Unsplash

Você já reparou que temos utilizado cada vez mais os nossos smartphones para acessar os mais variados sites, mesmo quando temos à nossa disposição um computador desktop ou mesmo um notebook? Talvez por conta da facilidade no acesso, uma vez que o smartphone não demanda tantas etapas de iniciação e está constantemente em funcionamento, mas aparentemente temos prezado pela otimização do nosso tempo quando buscamos por informações online.

O problema com esta nova tendência é que ainda hoje nem todos os sites são responsivos, ou seja, a adaptação do layout de uma determinada página ou site não é totalmente ajustada para que a visita de um usuário ocorra por meio de uma tela reduzida como as dos celulares. O resultado é a rápida desistência em acessar o conteúdo. Atentos para esta tendência, o mercado tem procurado cada vez mais adaptar suas plataformas ao universo mobile, visando a garantia de uma experiência agradável dos clientes em suas redes.

A repercussão é tanta que a Google vem, desde 2015, priorizando sites responsivos em seu dispositivo de busca, enriquecendo a experiência de seus usuários e, inclusive, penalizando o posicionamento nos sistemas de busca de sites que não apresentam essa capacidade de adaptação. Com isso, quem não se mostrar disposto a seguir as novas tendências acabará perdendo visitantes que encontram os sites por meio da busca orgânica do Google.

Não é exagero: faça o teste e tire suas próprias conclusões. Utilizar seu smartphone para acessar um site de jogos, por exemplo, já demanda uma qualidade de processamento um tanto quanto mais avançada para não comprometer a jogabilidade. O processamento é, inclusive, uma preocupação não só dos desenvolvedores de páginas e jogos, mas principalmente de fabricantes de aparelhos de alta tecnologia. É nítida a distinção entre sites responsivos e não responsivos. Logo, o investimento de sites especializados  em plataformas responsivas faz toda a diferença para a experiência do usuário. Os jogos de roleta online com Betfair, por exemplo, são uma boa referência de um site responsivo, uma vez que trazem ao usuário uma interface intuitiva e que facilita as jogadas, seja o acesso à sua ampla gama de jogos de roleta realizado via celular ou pelo desktop.

Lançado em setembro de 2019, o iPhone 11 conta com dispositivos que potencializam seu poder de computação e processamento gráfico, tanto que no evento de lançamento do produto representantes da desenvolvedora chinesa Giant Networks utilizaram o novo aparelho para apresentar um jogo de aventura em RPG com gráficos de qualidade digna de consoles.

O mercado mobile ainda tem muito a apresentar aos seus consumidores. Muito além do design arrojado e uma multiplicidade de câmeras potentes, a preocupação dos fabricantes e desenvolvedores de aplicativos, jogos e páginas é quanto ao acompanhamento destes aparelhos às formas como nos entretemos e trabalhamos – e isso está em constante evolução.

Um dos rumos que vem tomando forma e conquistando cada vez mais pessoas é a realidade aumentada, que coloca o usuário no centro da ação. É o que encontramos em jogos como o Pokemon Go, que fez sucesso há alguns anos; o Tactic, que utiliza a realidade aumentada quando apontamos o smartphone aos rótulos de produtos parceiros do aplicativo para assistir a uma animação; o brasileiro Army of Robots, ou mesmo com aplicativos e plataformas de redes sociais. A exigência do processamento de aparelhos de smartphone deve acompanhar, se não se adiantar, as tendências para continuar lucrando. Recentemente, o buscador da Google lançou uma ferramenta que flerta com a realidade aumentada, como mostramos no vídeo abaixo:

 

No ramo da tecnologia mobile não há espaço para acomodação. Com evoluções e mudanças constantes, o mercado não pode se dar ao luxo de parar e deve continuar a incessante corrida para apresentar e oferecer muito além de um aparelho de smartphone, conteúdo de página da web ou entretenimento e ferramentas de trabalho. Todos estes elementos se unem, exigindo uma adaptação constante e linear para manter a interatividade e conectividade.

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