BCAA, que vem da abreviação de Branched Chain Amino Acids, são os aminoácidos de cadeia ramificada, e são a leucina, isoleucina e valina. Esses aminoácidos não são sintetizados pelo corpo humano e devem, portanto, provir da alimentação. Os alimentos que contêm BCAA são carne, peixe, ovos, leite e queijo.
Com o esforço intenso os aminoácidos de cadeia ramificada atingem a musculatura exercitada, onde são consumidos e participam da conversão do piruvato em alanina, que é então encaminhada para o fígado para nova formação de piruvato. Com esforço moderado os BCAAs atingem a mitocôndria da musculatura exercitada, participando da síntese de glutamina, que segue para os tecidos para a formação de glutamato. Sendo assim, podemos perceber que o consumo muscular dos aminoácidos de cadeia ramificada visa, principalmente, a manutenção do Ciclo de Krebs e também a síntese de alanina e a de glutamina.
Muitas funções são atribuídas aos aminoácidos de cadeia ramificada; dentre elas é possível destacar o aumento da síntese de proteínas musculares e redução de sua degradação, a diminuição do tempo de recuperação após o exercício, o aumento da resistência muscular, a diminuição da fadiga muscular, servir como fonte de energia durante o exercício e preservação do glicogênio muscular.
Embora a maioria destas alegações não terem comprovação científica, existem estudos que sugerem que a queda do desempenho esportivo pode estar vinculada à fadiga, que pode ocorrer devido à hipoglicemia e pelo aumento da serotonina (um neurotransmissor responsável pela sensação de sonolência devido ao aumento da captação do triptofano). Nesse caso, a suplementação com BCAA é válida, pois estes aminoácidos competem com o triptofano pelo mesmo sistema de transporte. Sendo assim, a suplementação com BCAA retarda os efeitos da fadiga, possibilitando um melhor desempenho esportivo.
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