Se você guardou aquele Galaxy A33 5G na gaveta achando que a Samsung tinha esquecido dele, prepare-se para uma surpresa. A fabricante sul-coreana acaba de lançar uma atualização de segurança para o modelo de 2022 que tapa nada menos que 55 brechas de segurança — o tipo de vulnerabilidade que hackers adoram explorar para roubar dados ou instalar malware sem você perceber.
A novidade chegou primeiro na Coreia do Sul (modelo SM-A336N, firmware A336NKSSDGZA1) com o patch de janeiro de 2026, e deve desembarcar no Brasil e outros países nas próximas semanas. É raro ver um celular de quatro anos recebendo esse nível de atenção, especialmente na linha intermediária Galaxy A.
Como atualizar agora (e por que você deveria)
O processo é simples: vá em Configurações > Atualização de software > Baixar e instalar. Se a atualização não aparecer, tenha paciência — a Samsung costuma liberar em ondas por região.
Para os mais técnicos (ou desesperados), existe a opção manual usando a ferramenta Odin no Windows, mas isso exige conhecimento e pode causar problemas se feito incorretamente. A SamMobile, que divulgou a notícia, promete disponibilizar os arquivos de firmware em breve.
One UI 8.5 ainda vem por aí
Mas a história não termina aqui. O Galaxy A33 está na lista de elegíveis para receber a One UI 8.5, a próxima grande atualização da interface da Samsung que deve chegar após o lançamento da linha Galaxy S26. Isso significa nova cara, novos recursos e mais alguns anos de vida útil para um aparelho que muitos já consideravam aposentado.
A estratégia da Samsung de manter dispositivos antigos atualizados não é apenas generosidade — é uma resposta direta à pressão de reguladores europeus e à concorrência com a Apple, que oferece até sete anos de atualizações para iPhones. Para você, usuário, isso significa economia: não precisa trocar de celular só porque o sistema ficou inseguro.
Se o seu A33 está pegando poeira, talvez seja hora de dar uma segunda chance a ele. Afinal, um smartphone seguro e atualizado ainda vale mais que um novo cheio de vulnerabilidades.
Créditos TecStudio

