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Google compra Fitbit por US$ 2,1 bilhões

Escrito por Paulo Carmino

Hoje (1), o Google anunciou que entrou em um acordo definitivo para adquirir a Fitbit, uma marca líder em acessórios vestíveis. A marca foi adquirida por nada menos que US$ 2,1 bilhões (quase R$ 8 bilhões). Em um post no blog que anunciava as notícias, Rick Osterloh, vice-presidente sênior de dispositivos e serviços do Google, disse que a compra da Fitbit é “uma oportunidade de investir ainda mais no Wear OS, além de introduzir no mercado os dispositivos portáteis Made by Google”.

De acordo com um comunicado à imprensa separado da Fitbit, a empresa ainda levará a sério a privacidade dos dados de saúde e condicionamento físico, observando que “os dados de saúde e bem-estar do Fitbit não serão usados para anúncios do Google”.

A aquisição faz muito sentido: o Google passou anos tentando (e falhando em grande parte) entrar no mercado de vestíveis com sua plataforma Wear OS, mas está lutando para causar um impacto real.

Por
outro lado, as habilidades de software do Google e o amplo suporte ao
desenvolvedor podem ajudar os smartwatches da Fitbit, como o Versa, a
se tornarem um pouco mais inteligentes, combinado a uma integração
mais profunda de software com o Android que um relacionamento mais
próximo poderia oferecer.

Há mais de 12 anos, estabelecemos uma visão audaciosa da empresa – para tornar todos no mundo mais saudáveis. Hoje, estou incrivelmente orgulhoso do que alcançamos para atingir esse objetivo. Criamos uma marca confiável que suporta mais de 28 milhões de usuários ativos em todo o mundo que confiam em nossos produtos para viver uma vida mais saudável e ativa”, disse James Park, co-fundador e CEO da Fitbit. “O Google é um parceiro ideal para avançar em nossa missão. Com os recursos e a plataforma global do Google, o Fitbit poderá acelerar a inovação na categoria de vestíveis, escalar mais rapidamente e tornar a saúde ainda mais acessível a todos. Eu não poderia estar mais animado com o que virá pela frente.

A
transação deverá ser concluída em 2020, sujeita às condições
habituais de fechamento, incluindo a aprovação dos acionistas da
Fitbit e aprovações regulatórias.

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Paulo Carmino