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Como a otimização de visibilidade em IA pode impulsionar o crescimento das empresas

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Como a otimização de visibilidade em IA pode impulsionar o crescimento das empresas

Entender o valor real de suas campanhas de marketing digital é um desafio constante para empresas e profissionais da área. À medida que estratégias como a otimização de motores geradores, conhecida como GEO, se tornam mais relevantes, a necessidade de alavancar a visibilidade da marca em respostas geradas por inteligência artificial, plataformas como ChatGPT e outras, se intensifica. Com a evolução do comportamento do consumidor, especialmente em ambientes digitais, as marcas precisam encontrar maneiras eficazes de quantificar o impacto financeiro de suas iniciativas, mesmo quando a atribuição de resultados se torna complexa.

A prática do GEO busca aumentar a visibilidade de uma marca em ambientes digitais cada vez mais influenciados por máquinas, mas a grande questão é: isso realmente está ajudando o crescimento do negócio? Muitos profissionais de marketing se deparam com um dilema: como provar o valor de suas ações sem depender de métricas de atribuição que frequentemente não conseguem capturar toda a influência das interações digitais?

Implementar o que pode ser chamado de Regra do Dollar é um passo importante nessa direção. Essa abordagem preconiza que, se um número não pode ser traduzido em valor monetário, ele deve ser considerado como uma métrica de canal, e não uma métrica de negócio. Isso é especialmente relevante em um cenário onde a multiplicidade de dados pode confundir mais do que ajudar.

O primeiro erro que muitos profissionais cometem é tentar estabelecer a atribuição antes de fundamentar o valor das suas estratégias. Antes de investigar como a atribuição funciona, a pergunta inicial deve ser: as métricas que estamos analisando realmente importam para o negócio? Isso envolve alinhar indicadores de desempenho com resultados financeiros, e assim garantir que o compartilhamento de citações e impressões realmente refletem o potencial de retorno.

Além disso, medir o impacto da influência do GEO vai além de simples cliques; é crucial perguntar-se, por exemplo, se o interesse pela marca está crescendo, se novos leads mostram familiaridade com a sua proposta e se a marca é mencionada em respostas geradas por inteligência artificial em contextos que podem gerar receita.

Uma estratégia sólida deve envolver também a conversão de métricas em uma linguagem que seja compreensível para os executivos, especialmente os CFOs, que não alocam orçamento com base em modelos de atribuição, mas sim em resultados financeiros esperados. Assim, projetar a influência em termos de receita, oportunidades perdidas e custos de aquisição de clientes torna-se fundamental.

O cenário atual revela que, apesar dos desafios trazidos pela busca ativa em plataformas de inteligência artificial, as análises tradicionais ainda falham em capturar a verdade sobre o impacto de uma campanha. O fenômeno do tráfego influenciado por inteligência artificial, por exemplo, muitas vezes aparece como tráfego direto em ferramentas como GA4, dificultando a atribuição exata de resultados.

Portanto, ao final de suas análises e relatórios de GEO, pergunte-se: se essa métrica dobrasse, realmente influenciaria a saúde do negócio? Conseguiria traduzir essa informação em métricas relevantes que ajudem não só na captação de dados, mas também em decisões estratégicas que estão diretamente ligadas à receita?

Neste novo mundo, o foco deve estar sempre nos resultados de negócio, não apenas nas métricas de canal. Ao conectar suas estratégias às oportunidades de receita e risco financeiro, você pode não apenas construir um caso sólido para os seus investimentos em GEO, mas também guiar sua empresa para um futuro mais lucrativo.

Crédito da imagem: divulgação/reprodução

Priscila Campos

Equipe Editorial

Priscila Campos acompanha temas ligados a marketing, consumo, negócios digitais e tendências de mercado. No Mercado ETC, escreve sobre assuntos que impactam marcas, empresas e consumidores.

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