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Aumento de Cliques em Busca do Google em Novembro: Entenda o que Aconteceu

Análise revela picos de cliques em sites, levantando dúvidas sobre a origem, que pode ser atribuída a bots ou falhas no Google.

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Aumento de Cliques em Busca do Google em Novembro: Entenda o que Aconteceu

Recent observações indicam um fenômeno curioso no Google Search Console: várias empresas estão registrando picos verticais significativos em cliques, enquanto as impressões permanecem estáveis. Esse comportamento, identificado por Joy Hawkins e destacado em postagens de Barry Schwartz na plataforma X, levanta questões sobre a origem dessa atividade.

O que está acontecendo?

Entre os dias 31 de outubro e 2 de novembro de 2026, alguns sites relataram aumentos nas métricas de cliques entre 2x e 6.5x, enquanto suas impressões não acompanharam essa tendência. A hipótese é que, em vez de usuários reais, o que se observa pode ser resultado de bots ou um bug no registro do Google, registrando acessos automatizados como cliques.

O impacto dos cliques não humanos

A análise de dados revelou padrões comuns entre os sites afetados. Entre os dias citados, os CTRs (Taxas de Cliques) em páginas que normalmente não geravam cliques saltaram abruptamente, apresentando 45% a 100% de CTR em resultados que ocupavam posições entre 12 e 54. Essa anomalia é um sinal claro de que se trata de atividades não orgânicas.

Como filtrar os dados no Google Search Console?

Com a falta de uma ferramenta específica para filtrar cliques de bots no Google Search Console, algumas abordagens podem ser úteis:

  • Excluir URLs específicas: Se a anomalia for concentrada em páginas isoladas, é possível filtrar relatórios para ocultar esses URLs específicos.
  • Filtrar por país: Caso o aumento de cliques venha de uma localidade específica, verificar a aba de países pode ajudar a identificar e filtrar esse tráfego suspeito.
  • Verificar o desempenho por dispositivo: Excluir dispositivos móveis nos gráficos pode ajudar a confirmar que o tráfego afetado se concentra majoritariamente em Desktop.
  • Identificar URLs afetados: Analisando a tabela de páginas e filtrando posições acima de 10, é possível identificar quais URLs foram impactados durante o período de anomalia.

Devo me preocupar com esse tráfego?

A resposta é não. Como esse tráfego não é gerado por visitantes humanos, não é necessário ajustar suas páginas ou adotar práticas como desavow (negar) backlinks. O melhor é manter registros sobre esses eventos para interpretar corretamente quaisquer alterações nos dados do Google Search Console e evitar alarmismos.

Essa situação ressalta a importância de estar atento às métricas e entender os dados apresentados pelas ferramentas de análise. Ao filtrar e interpretar corretamente, empresas e profissionais podem obter insights valiosos, mesmo em meio a dados atípicos.

Priscila Campos

Equipe Editorial

Priscila Campos acompanha temas ligados a marketing, consumo, negócios digitais e tendências de mercado. No Mercado ETC, escreve sobre assuntos que impactam marcas, empresas e consumidores.

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