Você se lembra do rei do iPhone, que viralizou na internet após consertar um celular de graça? Após um consumidor pesquisar pela Santa Ifigênia, em São Paulo pelo conserto de seu smartphone, e uma loja cobrar R$ 180 pelo serviço, ele foi até o Rei do iPhone, onde um técnico fez tudo de graça, mas com uma condição: que ele recomendasse a loja aos amigos.
Melhor do que isso, o rapaz fez um post em seu Facebook, que foi comentado e curtido por milhares de pessoas, e viralizou rapidamente. Com isso, o Rei do iPhone passou a ficar lotado de clientes.
A história fez tanto sucesso que se tornou destaque na revista Veja, onde o técnico Wissam Atie contou que atende 120 clientes por dia e que sua receita cresceu 455% desde o post no Facebook. Se antes apenas dois funcionários davam conta do recado, hoje 13 pessoas estão na equipe.
Com isso, o Rei do iPhone passou a faturar R$ 500 mil por mês e acabou saindo do pequeno boxe onde aconteciam os atendimentos. Em um espaço oito vezes maior, a loja mudou-se para a galeria em frente, e isso não significa que dá para atender todo mundo: na espera que leva até duas horas, os clientes recebem mimos como café e bolo de cenoura, além de uma super TV com vídeos de entretenimento.
À revista Veja, Wissam Atie disse que quer abrir ainda neste ano uma loja no shopping de 25 metros quadrados, e que, em um futuro próximo, quer uma loja em cada capital brasileira. “Se a Apple me acionar na Justiça pelo nome, planejo mudar para ‘Rei da Assistência’”, concluiu.


