Negócios

4 empresas que fecharam nos últimos anos por não inovar

A concorrência que aumenta cada vez mais mostra que a inovação é uma das chaves para permanecer no mercado. A cada dia surgem novas empresas, e as que ficam são as que sabem acompanhar as tendências, com bons produtos, competitividade, bom atendimento e serviços indispensáveis ao consumidor.

Mesmo com novas startups e companhias, muitas marcas antigas continuam com tudo na concorrência. Mas, algumas sumiram ao longo dos anos, simplesmente por não inovar.

Será que você se lembra delas? Percebeu que sumiram das ruas e dos comerciais? Vamos relembrar:

Blackberry

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Que iPhone que nada! Nos anos 2000, o Blackberry era o celular mais queridinho e sonho de consumo de muita gente.  A companhia chegou a ter mais de 50% do mercado de celulares nos Estados Unidos, em 2007. Mas, no mesmo ano começou a decair, com o lançamento do iPhone, que trouxe telas touch-screen, coisa que a Blackberry ignorou e acabou “parando no tempo”.

A empresa faliu e hoje tenta se recuperar, com pesquisas e desenvolvimento de aparelhos com Android.

Blockbuster

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Esta é pura nostalgia. As locadoras, em que era possível ir alugar filmes em fitas e, posteriormente em DVD, praticamente morreram. E com elas, também a Blockbuster, a maior franquia do segmento.

Nem milhares de clientes fiéis foram capaz de manter seu funcionamento quando surgiu a internet com disponibilização de títulos online, e serviços de streaming em demanda, como Netflix.

Inclusive, pasmem, a Blockbuster teve a oportunidade de comprar a Netflix, e não quis, quando ela era uma empresa de delivery de DVD’s. A empresa faliu em 2013.

Yahoo!

iStock by Getty Images
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O Yahoo! era o maior portal de internet do mundo em 2005 e chegou a valer US$ 125 bilhões. Em 2008,  já em decadência, negou a proposta de compra pela Microsoft por US$ 44,6 bilhões e acabou sendo vendida este ano por apenas US$ 4,8 bilhões à Verizon.

O que deu errado foi a falta de inovação e iniciativa, abandonando o setor de pesquisas, para se tornar um portal de mídia. Nessa, perderam a  oportunidade de comprar o Google por apenas US$ 1 milhão e depois não conseguiram obter o Facebook.

Kodak

Divulgação
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A marca mais famosa quando o assunto era fotografia, acabou cavando sua própria cova. Na década de 1970, a Kodak chegou a ser dona de 80% da venda das câmeras e de 90% de filmes fotográficos. E, na mesma década, criou a câmera digital.

Mas, percebendo que a máquina iria prejudicar a venda de filmes, eles engavetaram a tecnologia. Duas décadas depois, as câmeras digitais apareceram com força e quebraram a Kodak. Ela lançou câmeras para competir, mas seu nome já não tinha a mesma força, e acabou falindo em 2012.

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