A nova fase da DC nos cinemas se prepara para abordar uma das heroínas mais icônicas com o filme Supergirl, que chega às salas brasileiras em 25 de junho. Esse longa não apenas traz de volta a personagem ao centro das atenções, mas também promete uma narrativa distinta, explorando a complexidade emocional de Kara Zor-El, que foi moldada por uma infância marcada por traumas.
Em Supergirl, a DC Studios espera que a história se destaque do típico filme de super-herói, apresentando uma protagonista que difere em essência de seu primo, o Superman. Enquanto Clark Kent é criado em um ambiente familiar amoroso na Terra, Kara vem de um passado sombrio em Krypton, o que a torna “mais dura, sarcástica, impulsiva e emocionalmente ferida”, segundo James Gunn. Isso resulta em uma Supergirl menos otimista e mais rica em nuances.
O filme adapta a HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e com ilustrações da artista brasileira Bilquis Evely. Na trama original, Kara se une a Ruthye Marye Knoll, uma jovem em busca de vingança, e essa dinâmica será mantida, embora com algumas alterações. Ao contrário de versões anteriores, boa parte da nova produção ocorre em ambientes espaciais, prometendo uma estética visual semelhante a clássicos como Guardiões da Galáxia e Star Wars.
Com a direção de Craig Gillespie, Supergirl é o segundo grande lançamento do novo DCU, após Superman (2025), e também marca o primeiro filme solo da heroína em mais de quatro décadas. No elenco, Milly Alcock foi escolhida para viver a protagonista. A atriz australiana, conhecida por seu papel como Rhaenyra Targaryen em A Casa do Dragão, mencionou que a nova interpretação de Kara será bem diferente das versões mais tradicionais que os fãs conhecem.
Antes de Milly Alcock, atrizes como Helen Slater e Melissa Benoist deixaram suas marcas na história da Supergirl. Helen foi a primeira a encarnar a personagem nas telonas, em 1984, enquanto Melissa, em sua série de 2015, solidificou a imagem moderna da heroína para uma nova geração.
Adicionalmente, a divulgação do filme incluiu uma passagem pelo Brasil, onde a equipe esteve no Rio de Janeiro entre 13 e 15 de junho. A presença de Milly Alcock e da equipe gerou expectativa entre os fãs, com eventos no Museu do Amanhã, incluindo entrevistas e uma coletiva de imprensa. Durante sua visita, a atriz expressou entusiasmo ao interpretar uma personagem tão icônica, ressaltando as diferenças que sua versão possui em relação às anteriores.
Supergirl não é simplesmente mais um filme no universo dos super-heróis, mas uma tentativa de trazer um enfoque mais profundo ao gênero, refletindo a transformação que a personagem sofrerá ao lidar com seu passado. Para os fãs de cinema e da cultura pop, essa nova abordagem oferece uma oportunidade interessante de ver a heroína em um novo contexto cinematico.
Crédito da imagem: divulgação/reprodução

