O novo filme Margeado, dirigido por Diego Zon, promete impactar o público com sua trama sensível que aborda a migração forçada de um povoado após o rompimento de uma barragem de lama tóxica. A produção, que marca a estreia do diretor e da produtora De Repente o Rio no longa-metragem de ficção, fará sua estreia nas salas de cinema do Brasil no dia 30 de julho.
A história gira em torno de personagens que lidam com as transformações em suas vidas e memórias em decorrência desse cataclismo, refletindo sobre pertencimento e mudanças na paisagem da região. Com um elenco que inclui Danilo Andrade, Antônio Pitanga, Verônica Gomes, Eliane Correia e Etien Khouri, o filme busca criar um espaço de reflexão sobre os vínculos que formamos com os lugares onde vivemos.
Margeado já foi apresentado na 28ª Mostra de Cinema Tiradentes e ficará em cartaz em diversas cidades ao longo de agosto. A programação começa em Aracaju, onde será exibido no Cine Walmir Almeida de 30 de julho a 3 de agosto. Depois, estará disponível em Vitória no Cine Jardins, em São Luís no Cine Lume, e em Maceió no Cine Arte Pajuçara, até 5 de agosto. No Rio de Janeiro, ficará em cartaz no Ponto Cine, em Guadalupe, até 12 de agosto.
Além disso, o Cine Bijou em São Paulo terá sessões nos dias 1º e 2 de agosto. O longa também terá exibições em Belém, no Sesc Ver-o-Peso de 11 a 14 de agosto, e em várias cidades do interior do Espírito Santo e Minas Gerais de 20 a 27 de agosto.
O diretor expressou sua satisfação em ver Margeado sendo lançado em diversas localidades, inclusive em áreas margeadas pelo rio Doce, uma das principais referências do filme. Com esta abordagem, a produção visa dialogar com o público e fomentar discussões sobre as relações humanas e ecológicas que moldam nossas experiências cotidianas.
Produzido com apoio da Secretaria de Cultura do Estado do Espírito Santo e do Fundo Setorial do Audiovisual, Margeado reflete um momento crucial para o cinema nacional ao lidar com questões sociais relevantes por meio da arte. O filme convida os espectadores a explorar a complexidade das transformações ambientais e pessoais, estabelecendo um importante espaço para a reflexão crítica em um contexto contemporâneo.
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