O Geely EX2 entrou com força no mercado de carros elétricos de entrada no Brasil, oferecendo uma proposta atrativa para taxistas e motoristas de aplicativo. Com preços a partir de R$ 99.001 para a versão EX2 Pro, a montadora busca se destacar em meio à crescente concorrência no segmento, especialmente frente ao BYD Dolphin Mini, que tem preço público de R$ 119.990.
Esse movimento faz parte do programa Move Brasil, que concentra esforços na venda direta para profissionais que dependem de seus veículos, como taxistas e motoristas de aplicativos. Os taxistas, ao adquirirem o EX2 Pro, contam com incentivos fiscais e comerciais que reduzem significativamente o custo final do carro. Para motoristas de aplicativo, o modelo EX2 Pro também apresenta um valor reduzido, saindo por R$ 117.610, o que ainda garante uma diferença acessível em relação ao Dolphin Mini.
Os preços das versões do Geely EX2 são os seguintes:
- Geely EX2 Pro (taxistas): R$ 99.001
- Geely EX2 Pro (motoristas de aplicativo): R$ 117.610
- Geely EX2 Max (taxistas): R$ 109.396
- Geely EX2 Max (motoristas de aplicativo): R$ 129.960
- BYD Dolphin Mini (preço público): R$ 119.990
Em termos de especificações, o Geely EX2 promete um motor elétrico de 116 cv e torque de 150 Nm, além de uma autonomia que chega a 289 quilômetros conforme os testes do Inmetro. O modelo ainda se destaca pelo tempo de recarga: em carregadores rápidos, a bateria pode ser carregada de 30% a 80% em cerca de 21 minutos.
O posicionamento comercial do EX2 visa atrair profissionais que utilizam o veículo diariamente, e que consideram aspectos como custo de aquisição, autonomia, tempo de recarga e capacidade de carga. A introdução do Geely EX2 tende a acirrar a competição entre os elétricos compactos no Brasil, que já conta com players como o BYD Dolphin Mini, consolidando um cenário cada vez mais desafiador e dinâmico para os consumidores e empresas de mobilidade.
Com essa movimentação, os motoristas de aplicativo e taxistas têm mais uma opção viável no segmento de elétricos, o que pode gerar um impacto direto na escolha dos consumidores pela mobilidade elétrica no país.
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