A partir de hoje, a TV Brasil estreia a série documental Ciência Flutuante, um convite à descoberta de como a ciência se entrelaça com a natureza amazônica. Com dez episódios semanais, a produção independente apresenta pesquiseres imersos em suas investigações pela Amazônia, onde o laboratório vai além dos muros e se expande para florestas, rios e comunidades.
Nesta jornada, os cientistas se conectam com alunos do ensino médio de escolas públicas do Amazonas e do Pará, promovendo uma troca rica de conhecimentos sobre o cotidiano e as inquietações dos jovens. Cada interação promete abrir novos olhares sobre a biodiversidade e as tradições locais.
Explorando a Amazônia
A série se propõe a explorar as diversas Amazônias, revelando que a ciência pode emergir de qualquer lugar – seja em uma árvore centenária, uma comunidade quilombola ou sob um céu estrelado. Nomes notáveis aparecem ao longo da narrativa, como o engenheiro florestal Niro Higuchi, que compartilha suas décadas de pesquisa sobre conservação da floresta, o biólogo Valdely Kinupp, e a arqueóloga Edithe Pereira, entre outros especialistas. Juntos, eles ajudam a costurar um painel fascinante sobre o que significa fazer ciência na região.
O que muda com a estreia?
O episódio inaugural, focado na preservação da floresta amazônica, traz à tona pesquisas do engenheiro Niro Higuchi. Os espectadores poderão acompanhar desde medições até a observação do ambiente, destacando que a floresta é um laboratório vivo e que sua preservação não é apenas uma questão ambiental, mas também científica. Essa abordagem não só promove um entendimento mais profundo sobre a importância da Amazônia, mas também engaja a juventude em questões cruciais para o futuro do planeta.
Com a direção de Flávia Abtibol, uma produtora afroameríndia com forte vínculo com a Amazônia, Ciência Flutuante promete ser não apenas informativa, mas também uma celebração das vozes locais e das histórias que o território tem a contar.

