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Há um dispositivo nos carros que apenas 20% dos motoristas conhecem

Seja motorista, motociclista, pedestre… Qualquer ser vivente que está inserido em uma sociedade moderna encara, diariamente, o trânsito. Para muitas pessoas entender como funciona os mecanismos de atuação de um sistema tráfego pode parecer algo complexo, mas não, não é. Talvez você já tenha entendido sobre o que estamos falando.

Em algumas cidades, as rotatórias ou “queijinhos” são praticamente inexistentes, enquanto em outras viadutos, “tesourinhas”, túneis, e tantas outras modalidades, também o são. De qualquer maneira, a maioria dos veículos terrestres, motorizados, foram projetados para determinados tipos de locais.

Vamos focar nos carros. Em 1885, o primeiro meio de transporte, utilizando um motor a gasolina, um automóvel, foi criado. Ele continha apenas três rodas. Seu criador? karl Benz. O tempo foi passando e outros exemplares foram sendo idealizados, grande parte deles com o que era conhecido como “motor de dois tempos”, criado por Gottlieb Daimbler, em 1884.

Como concorrência, os ingleses entraram nessa corrida um pouco depois, quando comparamos com outros países europeus, isso por causa de uma lei da época, conhecida como “bandeira vermelha”, ou seja, um automóvel não poderia andar mais que 10 km por hora e, por obrigatoriedade, deveria haver uma pessoa na frente segurando uma bandeira vermelha, como forma de sinalização para os pedestres saberem que por ali estava passando um automóvel, com pelo menos 60 metros de distância. Durante a noite, normalmente, se utilizava uma lanterna.

O Lanchester foi o primeiro carro inglês produzido. Depois vieram o Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, e tantos outros mais. Só em 1904 o primeiro Rolls Royce foi fabricado. Ele continha uma aparelhagem composta de vários canos no formato de um arco e ventilador, que tinha como objetivo impedir que a água em circulação aquecesse de forma a prejudicar o automóvel.

Hoje, conhecemos essa peça como radiador, e não sofreu grandes alterações até hoje. Outros carros também foram surgindo, os italianos: Fiat e Alfa Romeo; os franceses: De Dion Bouton, Berliet, Rapid; o alemão: mercedes-benz; a Suíça e Espanha preferiram criar a possante série do Hispano-Suiza.

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Com o advento da Primeira Guerra Mundial, viu-se a necessidade de investir em carros econômicos, que seriam condensados e produzidos em grande escala. Por exemplo, nos Estados Unidos e na Inglaterra, Henry Ford e William Morris, fabricaram o Ford, Morris e Austin, que foram de grande sucesso. Aliás, muito maior do que o esperado, fazendo com que outras fábricas iniciassem o quanto antes suas produções de automóveis com configurações semelhantes.

Na maior parte dos países da América Latina, a evolução automotiva só chegou após o fim da Segunda Guerra Mundial. Na década de 1930, quando algumas indústrias automobilísticas estrangeiras decidiram investir no Brasil, sendo que as duas primeiras foram a Ford e a General Motors.

Mesmo assim, a maior mudança foi em 1956, quando Juscelino Kubitscheck se tornou presidente. Os primeiros automóveis a serem produzidos pelas multinacionais foram caminhões, camionetas, jipes e furgões, só depois começaram a produção de automóveis de passeio. Como até hoje, esses automóveis eram idealizados na Europa, apenas montados no Brasil.

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Muito diferente de antigamente, os automóveis hoje em dia possuem algumas particularidades que só hoje podem ser utilizadas, como por exemplo o conforto e a agilidade, além do que, a maioria dos carros de hoje são muito mais seguros e silenciosos.

Agora, até os mais entendidos sobre o assunto, muitas vezes, não conhecem bem o próprio carro. Duvida? Existe um dispositivo que as pessoas não estão familiarizadas. Mais ou menos, cerca de 20% dos motoristas nunca, nem sequer, teria imaginado que existisse.

Esse dispositivo serve como uma espécie de “indicador”. Esse dispositivo se parece muito como uma alavanca e, normalmente, existem duas, logo atrás do volante. Uma delas é bastante peculiar, servindo como um discreto interruptor que liga algumas luzes, normalmente, laranjadas.

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Essas luzes servem para indicar tanto aos pedestres quanto aos outros motoristas que você está prestes a se movimentar para algum dos lados. O mais surpreendente: você também (deve) utilizar essa luz quando for parar ou estacionar. Novamente, ela é utilizada quando você pretende se retirar do local no qual se encontra parado.

Como podemos observar, se trata de um mecanismo altamente complexo, do qual, pouquíssimas pessoas estão aptas a enteder. Por isso, se você, caro leitor, entendeu, passe o conhecimento adiante. E, não apenas, pratique o uso desse dispositivo. Outros conhecimentos necessários para se fazer a utilização desse dispositivos são os conceitos de “esquerda” e “direita”.

Certo, pessoal? O que acharam da matéria? Encontraram algum erro? Possuem dúvidas? Sugestões? Não se esqueçam de comentar com a gente!


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